sexta-feira, 19 de maio de 2017

Todos?



Li um texto num dia destes sobre a idealização dos ídolos caídos. A necessidade de ídolos é tão grande que mesmo depois de ficar óbvio que o sujeito é um bandido há quem lhes mantenha a “aura". Assim, ao falar do Hitler, dizem: era um assassino cruel, um líder carismático, um ser do Mal brilhante. E o sujeito era um assassino sim, e também uma pessoa medíocre, incapaz até mesmo de fazer sexo, ou relacionar-se afetivamente com alguém, que matava bichinhos por prazer quando criança (vide Anatomia da Destrutividade Humana, do Fromm), doido varrido, drogadito, artista fracassado, estrategista que perdeu a guerra e levou seu país à derrocada. Era um lixinho desumano. Com Stalin a mesma coisa. O endeusamento pós-queda é uma forma de tentar dar-lhes algum tipo de poder. Mas não passam de resíduos no esgoto da História. A má política vive disto e conhecer quem são realmente estas pessoas é lhes tirar o poder.
Este bando de maus políticos, seres humanos medíocres, intelectos de segunda, ladrões de galinha, focado pelas câmaras de TV e estes mirrados grupelhos de manifestantes com bandeiras vermelhas são isto:
pouco(s).
Não se diga "todos" são assim, o "país" é corrupto. Tu és? As pessoas que convivem contigo são? O local onde tu trabalhas é? Teus pais, teus amigos, mesmo os amigos políticos... Eu teria pelo menos uma dúzia de pessoas conhecidas capazes de administrar este país mil vezes melhor que estes lula, dilma, temer, dirceu, aecio...Não se metem nisto porque administram coisas mais importantes como hospitais, creches e escolas, ou seus próprios negócios. Gente brilhante e íntegra que espera que outros cumpram sua parte no governo.
Mas estes políticos, não todos, estes especificamente e seus asseclas, mostram-se incapazes de fazer o dever de casa. Que sejam demitidos, então. E entrem novos funcionários públicos no seu lugar para cumprir o que o povo, ou seja, o patrão, quer.





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