Édipo e a Esfinge, c.1806-08 | Francois-Xavier Fabre
Revela-se a vida e, apesar dos caminhos previsíveis,
Chega enigmática, a esquina de incontáveis saídas.
Como sempre tem sido, olha-me e aponta com o dedo
O rumo que é de todos, mas lentamente, vai girando o braço
E, ao mostrar as trilhas incontáveis, diz: como bem queiras.
Assim temos sido, eu e a vida.
Eu, o aprendiz a decifrar mistérios,
Ela, a antiquíssima esfinge, a repetir que
Eu sou o Enigma.
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