Deixo para lá as guerras recriadas, religiosos e ideológicos fanatismos.
Arcaico reino dos infernos a edificar-se com a alma de seus crentes infelizes.
Abdico ao Novo Mundo e suas máfias destruidoras de homens, povos e países.
Desconheço o blá-blá-blá televisivo, youtubers da propaganda sub-reptícia,
E, finalmente, olho as montanhas,
Aspiro o aroma dos campos portugueses,
Sorrio às boas gentes que sorriem,
Sigo rios, de memoráveis nomes, a fluir:
Tejo, Douro, Zêzere, Minho,
Guadiana, Mondego, Côa, Lima,
A desfrutar a Primavera a me florir
Nestes nossos - sempre novos -
Dias e caminhos a devir.
Campo nos Açores, Portugal

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