“O amor é paciente, o amor é bondoso. Não inveja, não se vangloria, não se orgulha. Não maltrata, não procura os próprios interesses, não se ira, não guarda rancor. O amor não se alegra com a injustiça, mas se alegra com a verdade. Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta."
Carta aos Coríntios, 13:3.
Paulo de Tarso
Nem direita, nem esquerda...sou destro
E uso ambas as mãos, felizmente,
Com toda a liberdade.
Isto eu sou: livre
E prego o sê-lo para todos, de todos
Os partidos, de qualquer religião
Ou de nenhuma.
Liberal eu sou,
Mesmo não crendo que tudo valha,
Pois ser livre exige lucidez
Inteligência, ética e moral,
Para que não nos tornemos
Vítimas dos engenhos de um qualquer doutor Fausto,
Perdidos por drogas, enfermidades evitáveis,
Ideologias e caminhos lamentáveis,
Coletivismos.
Por ser livre sou desigual,
Diferente de ti e de qualquer um,
E sei que a igualdade a ser buscada
É a de oportunidades, jamais a de resultados,
Pois estes dependem da diferença de esforços.
Sou, isto sim, com certeza,
Um crente no valor absoluto da fraternidade,
No respeito a toda pessoa humana,
Seja um embrião, um feto, criança, adolescente,
Jovem ou idoso, homem ou mulher, de gênero qualquer,
Saudável ou doente, lúcido ou demente,
De direita ou de esquerda, de qualquer lado.
Pois este amor fraterno, para mim, é o Sagrado.