Desde o mar, lentas nuvens a mover-se
Empurradas do Atlântico por brisas
Sobrevoam as ruas de Valença
Para arejar a ardente Ibéria sem camisa.
O rio Minho vem cantando em galego
As canções dos celtas em seus castros,
Destas terras frias e enevoadas,
Num Portugal-Espanha sem divisa.
Respiro fundo a sorver a aragem fresca.
Nestes calores, o ar do Minho nos refresca...
Nenhum comentário:
Postar um comentário